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Obra no sistema do Camelódromo equaciona problema de quase 12 anos

SANEAMENTO
Obra no sistema do Camelódromo equaciona problema de quase 12 anos

Araranguá

Ao providenciar a execução da obra que interliga a rede de esgoto sanitário diretamente na rede pública coletora, o Serviço Autônomo Municipal de Araranguá (Samae) resolveu um crônico problema no Comércio Popular Municipal de Araranguá, Camelódromo.
A melhoria, que incluiu ampliação da tubulação, implantação de caixas coletoras e piso, além da revitalização do muro de concreto no entorno deste sistema, atende uma antiga demanda dos proprietários de 48 pontos comerciais, de duas lanchonetes e da população, que frequenta um dos ambientes mais democráticos de
Araranguá.
O presidente da Associação dos Comerciantes do Camelódromo, Sidnei Olivo de Almeida não esconde sua alegria: “Apresentamos o problema ao Samae, que avaliou o cenário e desenvolveu estudos, fazendo esta obra. E não é só isso: depois do trabalho concluído, o Samae monitorou a eficácia do sistema”, disse.

Sidnei (em destaque na quarta foto) também lembrou que, às dores de cabeça causadas pela falta de estrutura sanitária são capítulos superados: “Antes, o esgoto do Camelódromo, à gordura descartada pelas lanchonetes e à água pluvial tinham o mesmo destino. Isso ocasionava uma série de problemas, desde à falta de vazão, até o constante mau cheiro. Havíamos diagnosticado o problema, só que o prédio do Camelódromo é público municipal, então não poderíamos fazer uma obra num espaço cuja a propriedade não nos pertence. Além disso, a nova tubulação teria que passar por terrenos vizinhos, sob os quais temos ingerência”, ponderou.
Outro comerciante do Camelódromo, Jonas Matos Sombrio elogiou à equação do problema: “Parabenizo o diretor geral, Jairo do Canto Costa, Jairinho, a equipe do Samae e o Governo Municipal por resolver a situação. Continuem assim atendendo a todos com igualdade. Agradeço pela parceria e colaboração.”

Sobre à obra no Camelódromo, o engenheiro sanitarista do Samae, Everson Casagrande, Polaco, destacou que, eliminar à fossa e o filtro, utilizando a rede pública, significa a certeza de estar tomando uma atitude ecologicamente correta, contribuindo para a manutenção do sistema de saneamento do município e, consequentemente, para a preservação do meio-ambiente e da saúde pública.
O impasse no local persistia desde a inauguração do Camelódromo, ocorrida há aproximadamente 12 anos, em 17 de junho de 2009.

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