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'Dona Nair': exemplo de superação e dedicação no SAMAE

SUSTO E ALÍVIO!
Vítima de acidente no trânsito, “Dona Nair” é saudada pelos colegas do SAMAE após recuperação e retorno ao trabalho

Araranguá

Depois de 45 dias ausente, enfim a servente do Serviço Autônomo Municipal de Água e Esgoto (SAMAE) de Araranguá, Nair Silveira Pereira retomou sua rotina profissional. Sua volta foi saudada por colegas, amigos e direção da autarquia.

Nair, que completou 5 anos como funcionária efetiva do SAMAE no dia 15 de agosto, teve que fazer este inesperado intervalo em sua atuação profissional para recuperar-se das lesões decorrentes de um acidente de trânsito, na qual fora vítima, no dia 24 de agosto.

Por ironia do destino, naquela data, ela deslocava-se no sentido bairro-centro com a intenção de chegar até a Unidade Central de Saúde Bom Pastor, quando a motocicleta que conduzida foi interceptada por um automóvel. O forte impacto gerou prejuízo material e diversas escoriações físicas. Algumas lesões ainda estão em estágio de cicatrização. A colisão também provocou 42 pontos em seu pé direito.

Devido à gravidade da situação, Nair optou por usufruir do período de 30 dias de férias, aos quais já tinha direito: “Ao todo, incluindo a etapa do atestado médico fiquei 45 dias distante do SAMAE e do trabalho”, disse.

Ela confessa que este período foi complicado: “Tive que utilizar cadeira de rodas, andador ortopédico e ingerir medicamentos receitados. Ainda bem que, neste delicado momento, os familiares, em especial à nora Josinês da Silva Pereira – esposa do meu filho Ricardo - ofereceu-me suporte e amparo. Agradeço a todos amigos e familiares pelas orações. Este carinho ofereceu ânimo extra para minha recuperação! Graças a Deus nessa sexta-feira, 8 de outubro, enfim pude retomar ao exercício da atividade profissional, que tanto gosto”, disse sem esconder a emoção.

Nair, ou “dona Nair”, como carinhosamente é chamada pelos colegas, além de Ricardo, também é mãe de Ana Carolina e Mariana e avó do pequeno João Paulo. “Por enquanto, ainda sinto certa insegurança para conduzir à moto, mas com o tempo tenho convicção de que vou superar este receio. Creio que o tempo de Deus é perfeito. Tenho gigantesca gratidão por poder voltar ao trabalho”, revela.

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